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  • Carta Imagem da Terra Indígina Batelão, localizada no Estado do Mato Grosso, tendo como objetivo constatar o avanço do desmatamento até o ano de 2012, elaborados pelos técnicos do SIPAM da Divisão de Sensoriamento Remoto (DIVSER), com base nas Imagens do Satélite ResourceSat-1, Sensor Liss 3. Esta carta faz parte do Programa de Monitoramento de Áreas Especiais (PROAE). É oportuno citar que foram utilizados dados de parceiros, conforme consta no box INFORMAÇÕES DE QUALIDADE DOS DADOS.

  • Carta Imagem da Terra Indígena Piripkura, referente ao avanço do desmatamento de 2017, elaborada com base na análise do desmatamento dos anos de 2013 a 2016. Análise feita por técnicos do SIPAM, com base nas imagens do satélite Landsat 8, sensor OLI. Esta carta faz parte do Programa de Monitoramento de Áreas Especiais (PROAE 2017). Foram ainda utilizado dados de parceiros, conforme detalhamento abaixo nas INFORMAÇÕES DE QUALIDADE DE DADOS.

  • Carta Imagem da Terra Indígena Roosevelt, referente ao avanço do desmatamento de 2014, elaborada com base na análise do desmatamento até o ano de 2013. Análise feita por técnicos do SIPAM, com base nas imagens do satélite Landsat 8, sensor OLI. Esta carta faz parte do Programa de Monitoramento de Áreas Especiais (PROAE 2014) do estado do Acre. Foram ainda utilizado dados de parceiros, conforme detalhamento abaixo nas INFORMAÇÕES DE QUALIDADE DOS DADOS.

  • Carta Imagem da Terra Indígena Vale do Guaporé, referente ao avanço do desmatamento de 2014, elaborada com base na análise do desmatamento até o ano de 2013. Análise feita por técnicos do SIPAM, com base nas imagens do satélite Landsat 8, sensor OLI. Esta carta faz parte do Programa de Monitoramento de Áreas Especiais (PROAE 2014) do estado do Acre. Foram ainda utilizado dados de parceiros, conforme detalhamento abaixo nas INFORMAÇÕES DE QUALIDADE DOS DADOS.

  • Carta Imagem da Terra Indígena Irantxe, localizada no estado do Mato Grosso, elaborada a partir do desmatamento ocorrido dentro da unidade até o ano de 2012, analise feita por técnicos do sipam, com base nas Imagens do Satélite ResourceSat-1, Sensor Liss 3. Esta carta faz parte das Areas Especiais monitorada pelo Programa de Monitoramento de Áreas Especiais (PROAE) do estado do Mato Grosso. Para elaboração desta carta, foram utilizado dados de parceiros, de talhados abaixo na aba INFORMAÇÕES DE QUALIDADE DOS DADOS.

  • Carta Imagem da Terra Indígena Maraiwatsede, referente ao avanço do desmatamento de 2014, elaborada com base na análise do desmatamento até o ano de 2013. Análise feita por técnicos do SIPAM, com base nas imagens do satélite Landsat 8, sensor OLI. Esta carta faz parte do Programa de Monitoramento de Áreas Especiais (PROAE 2014) do estado do Acre. Foram ainda utilizado dados de parceiros, conforme detalhamento abaixo nas INFORMAÇÕES DE QUALIDADE DOS DADOS.

  • Carta Imagem da Terra Indígena Batelão, referente a demanda do MP/Mato Grosso, e inclusa no ProAE 2017, elaborada com base na análise do desmatamento de 2007 a 2017. Análise feita por técnicos do SIPAM, com base nas imagens do satélite Landsat 8, sensor OLI e outraos. Esta carta faz parte do Programa de Monitoramento de Áreas Especiais (PROAE 2016) do Estado de Rondônia. Foram ainda utilizado dados de parceiros, conforme detalhamento abaixo nas INFORMAÇÕES DE QUALIDADE DE DADOS.

  • Os primeiros resultados do ProAE foram divulgados no início de 2007, ocasião em que foram apresentados os dados do desmatamento acumulado até o ano de 2005 nas TI e UC dos estados do Acre, Mato Grosso e Rondônia. Ainda no ano de 2007, no mês de outubro, foram divulgados os dados do avanço do desmatamento no ano de 2006. Dando continuidade ao trabalho, o SIPAM apresentou, em junho de 2008, a terceira atualização do ProAE, contendo dados do avanço do desmatamento nas áreas especiais no ano de 2007 e a indicação de possíveis áreas de mineração, campos de pouso e vias de acesso, dentre outras informações. Na quarta e quinta atualizações do ProAE o SIPAM apresentou os dados referentes ao avanço do desmatamento nas áreas especiais (junho/agosto) no ano de 2008 e 2009, respectivamente. Nesta sexta atualização do ProAE o SIPAM apresenta os dados referentes ao avanço do desmatamento nas áreas especiais no ano de 2010 (junho/agosto), por ser este o período de tomada da maioria das cenas Landsat utilizadas. Finalidade Monitorar e identificar, anualmente, o desmatamento irregular/ilegal em Áreas Especiais (UCs e TIs), dentro da área de abrangência do CTO de Porto Velho (Acre, Rondônia e Mato Grosso).

  • Os primeiros resultados do ProAE foram divulgados no início de 2007, ocasião em que foram apresentados os dados do desmatamento acumulado até o ano de 2005 nas TI e UC dos estados do Acre, Mato Grosso e Rondônia. Ainda no ano de 2007, no mês de outubro, foram divulgados os dados do avanço do desmatamento no ano de 2006. Dando continuidade ao trabalho, o SIPAM apresentou, em junho de 2008, a terceira atualização do ProAE, contendo dados do avanço do desmatamento nas áreas especiais no ano de 2007 e a indicação de possíveis áreas de mineração, campos de pouso e vias de acesso, dentre outras informações. Nesta quarta atualização do ProAE o SIPAM apresenta os dados referentes ao avanço do desmatamento nas áreas especiais no ano de 2008 (junho/agosto), por ser este o período de tomada da maioria das cenas Landsat utilizadas.

  • Carta Imagem da Terra Indígena Menku, referente ao avanço do desmatamento de 2014, elaborada com base na análise do desmatamento até o ano de 2013. Análise feita por técnicos do SIPAM, com base nas imagens do satélite Landsat 8, sensor OLI. Esta carta faz parte do Programa de Monitoramento de Áreas Especiais (PROAE 2014) do estado do Acre. Foram ainda utilizado dados de parceiros, conforme detalhamento abaixo nas INFORMAÇÕES DE QUALIDADE DOS DADOS.